
Faminto…seduz a presa até si.
Embriaga-a com odores intensos...
Fareja-o…...o cheiro dele agrada-a.
Aprecia tocar-lhe quando está de costas … com a ponta dos dedos sinto-lhe a vontade de mim.
Senta-te.
...o motel mais quente dos arredores.



Pensei...em lamber-te, chupar-te...deliciar-me no teu molhado
Escorres de mim... mas prendo-te!
O bocadinho com que fiquei de ti, líquido resultado da explosão do teu desejo furioso, é meu e vou ficar com ele mais um momento.
Estou a senti-lo, como senti as tuas mãos a agarrarem-me no braço e a levarem-me de volta para o quarto, de onde saía. No fim de um dia de trabalho, o Motel organizado, precisamente quando pensava em ti, mais uma vez das muitas em que hoje te fiz estar comigo, tu surges, intempestivo e decidido.
Resposta às minhas provocações de ontem? Preâmbulo do que planeamos para amanhã? Desejo impaciente e que se recusa a esperar? Curiosidade irreverente porque queres saber como será estar dentro de mim?
Ontem saboreaste-me, escorri no teu dedo com que me provaste e na tua boca partilhámos um gosto novo. Já no jantar tinhas posto na minha boca tantos sabores novos, num corropio de sensações em escalada. Tinha que te provar também... és doce e surpreendente como o bolo de chá verde e o gelado de sementes de papoila.
Foi um festim de sabores, provocação gastronómica...
Foi por isso que há bocado me mostraste que também sabes ser um “tease” e mal me tinhas agarrado já te sentia enterrado em mim?!?!... sweet & wild revenge... intensa e avassaladora como wasabi!
Nem consegui respirar, a cara colada à parede, uma mão a segurar-me e outra a puxar-te mais fundo, a querer despertar para te entender... não deixaste e fiquei a escorrer... silêncio cortado pelo ofegar teu e meu... abraço calado e forte... Até amanhã, querida!... Descansa! Agarrada naquele momento, vou libertar o que deixaste de ti dentro de mim, pelo meu corpo. Até amanhã, querido. Vou já descansar.
E não perdes pela demora... Amanhã... gengibre!
Não consigo! Sempre que recordo bocadinhos dos nossos encontros...
não consigo deixar de sorrir com o riso que se abre na memória.
Como quando descobri que se te passasse a língua no dedo grande do pé, se o chupasse, me arriscava a levar um pontapé, impensado, reacção pura da tua sensibilidade... Deixei o pé e com a língua subi pelas tuas pernas, deixando um rasto molhado que secava com as minhas mamas, mamilos arrepiados ao roçar nos teus pelos. Tinha um riso maroto ao pensar onde a minha boca ia parar, guiada pelos teus arrepios, saboreando um corpo que teu, pões à minha disposição, para provar, comer e devorar...
Rio-me porque o teu rabo é delicioso, dá-me vontade de o morder aos bocadinhos e cada pedaço tem um sabor novo... vem com um som, um mexer, uma reacção diferente e eu o provo com a língua, o trinco com os dentes ou o como com a boca toda... lambo-o como se fosse um gelado de baunilha, trinco-o como uma maçã sumarenta e lambuzo a cara na saliva da minha boca glutona.
Divertida, alegre, satisfeita pelo gozo de te descobrir e estimulada com as tuas palavras, porque descobriste a cabra em mim, deliciada quando te contorces de prazer arrepiado e ficas, à espera de mais e mais provocação, surpreendido pela putinha que se revela, contigo.
Estava a rir quando te agarrei o cú, cada bochecha em cada mão... apertei, amassei, fechei-o apenas para poder passar a língua pelo meio, molhada, percorrendo-o todo, acima e abaixo, repetidamente, cada vez mais atrevida, mais molhada e dura, a dizer às mãos para o abrirem e deixarem descobrir outros sabores, outras texturas...
Lembrei-me do teu pé... teimosa quero saber se o que imagino te vai arrepiar também. Com a boca enterrada fundo no teu rabo, língua e boca que o beijam e descobrem, por completo... sabendo-te abandonado num gozo malvado... viro-te, arqueio as costas e encosto ao teu dedo grande do pé a minha cona a escorrer, igual à minha boca encharcada que ajudou a língua a foder-te o cú. Esfrego-a e guio-a para que entres também. Estou a foder-te o cú e a foder-te o dedo... e tu deixas que me sinta dona do teu prazer, autorizas-me a ser cabra e puta, safada, livre para descobrir e sentir o que me apetecer.

